PALESTINA "A verdade é que a Jordânia é a Palestina e a Palestina é a Jordânia" – Rei Hussein, em 1981


Vejo que os holofotes da mídia vendida brasileira está dando atenção a inverdades sobre a questão “Palestina”.
É importante informar que a palavra palestina vem de filistina ou terra dos filisteus, povo já extinto por séculos. Os chamados palestinos nada mais são do que árabes, oriundos principalmente da Jordânia e os mesmo a tem planos de  no futuro unir as duas regiões.
É uma falácia dizer que a Palestina foi invadida por Israel, já que antes de 135 d. C. este nome não existia a região era chamada de , Galiléia, Judeia e Indumeia, por séculos desde Abraão que foi o primeiro judeu o povo judeu já vivia lá, está na Bíblia na Torá que Abraão ia sacrificar Isaac no monte Moriá, onde foi construído o antigo Templo de Salomão filho de Davi que já vivia em Jerusalém antes mesmo do nome Palestina ser inventado. Sabemos também que em 1948 a chamada palestina já tinha uma grande comunidade judaica, pois durante séculos os judeus viveram na região, e conviverão pacificamente com estes povo árabes nômades.
Os ditos Palestinos são da religião islâmica que tem como livro sagrado o Alcorão e lá não consta uma única vez o nome Jerusalém, que eles alegam ser a capital da inventada Palestina. Enquanto na  bíblia o livro dos judeus a palavra Jerusalém é citada 899 vezes. Lembramos também que a Bíblia tem manuscritos que  relatam histórias vividas 4 mil anos antes de Cristo, enquanto o Alcorao surgiu no século VII depois de Cristo, ou seja, não existe sustentação histórica pra mal fadada palestina que fora sabotada por Arafat com a antiga OLP e hoje é ocupada e oprimida pelo Hamás grupo que os palestinos(árabes) odeiam. E que hoje subjulgaram os árabes(palestinos), que durante os confrontos com Israel muitos torciam pela vitória de Israel, pois o Hamás persegue o povo cristão e o partido opositor Fatah.
Para o bem da verdade o discurso construído pelo chamado embaixador do Hamás foi fabricado e trás um profundo ódio contra o sionismo que eles acusam de ocupadores. Esquecendo eles que a ONU em votação deu o direito legal de Israel constituir uma nação no território que historicamente sempre foi de Abraão, Isaac, Jacó, Davi, e todos os profetas judeus.
Israel nunca expulsou os árabes que moravam lá antes de 1948 eles saíram por precaução por conta da guerra, cito(...)
Antes de 1964 os moradores da "Palestina" ainda eram chamados de "árabes". Em 15 de maio de 1948, quando sete exércitos árabes atacaram o recém-criado Estado de Israel, os árabes da Palestina foram convocados a deixarem temporariamente a região colocando-se em segurança até que Israel estivesse aniquilado. Foram os próprios países árabes que animaram os palestinos a saírem dali; eles não foram expulsos pelos israelenses. Em torno de 68% deles partiram sem jamais ter visto um único soldado israelense. Um refugiado palestino resumiu a questão com as seguintes palavras: "O governo árabe disse-nos: ‘Saiam para que possamos entrar.’ Assim, nós saímos, mas eles não entraram."[3] (Norbert Lieth - http://www.beth-shalom.com.br/)

"A Jordânia é a Palestina"
Há pouco tempo, dois políticos ocidentais sofreram duras críticas por causa de declarações sobre o conflito árabe-israelense. O candidato presidencial americano Newt Gingrich e o político holandês Geert Wilders, líder do terceiro maior partido na Holanda, afirmaram o mesmo que os árabes dizem em seu próprio idioma: A Jordânia é a Palestina e a Palestina é a Jordânia.

"Nós somos o governo da Palestina, o exército da Palestina e os refugiados da Palestina"
– Primeiro Ministro da Jordânia, Hazza’ al-Majali, 23 de agosto de 1959

"A Palestina e a Transjordânia são uma só"
– Rei Abdullah, em reunião da Liga Árabe no Cairo, em 12 de abril de 1948

"A Palestina é a Jordânia e a Jordânia é a Palestina; há um só povo e uma só terra, com uma história única e um destino único"
– Príncipe Hassan, irmão do Rei Hussein, dirigindo-se à assembléia Nacional Jordaniana em 02 de fevereiro de 1970

"A Jordânia não é apenas mais um estado árabe no que diz respeito à Palestina, mas em vez disso, a Jordânia é a Palestina e a Palestina é a Jordânia em termos de território, identidade nacional, sofrimentos, esperanças e aspirações"
– Ministro da Agricultura jordaniano, em 24 de setembro de 1980

"A verdade é que a Jordânia é a Palestina e a Palestina é a Jordânia"
– Rei Hussein, em 1981




De fato, até 1970, a OLP (Organização para a Libertação da Palestina), comandada por Yasser Arafat, conduziu operações terroristas contra a Jordânia, com a justificativa de que aquele era território palestino e que a minoria hashemita estava governando a maioria palestina. Foi somente depois que a Jordânia matou milhares de palestinos no ‘Setembro Negro’ (e quem no Ocidente jamais se importou com isso?) que Israel subitamente tornou-se o ‘único lar histórico dos palestinos’, enquanto a Jordânia era apagada do quadro — e a invenção do ‘palestinismo’ transformou-se em verdade incontestável.

Porém, na qualidade de político “palestino”, Zouhair Moussein declarou ao jornal holandês Trouw em 1977:



 O povo palestino não existe. A criação de um estado palestino é apenas um meio para continuar nossa luta contra o Estado de Israel e em favor da unidade árabe. Na realidade, hoje não há diferença entre jordanianos, palestinos, sírios e libaneses. Hoje nós falamos sobre a existência de um povo palestino apenas por razões políticas e táticas, uma vez que os interesses nacionais árabes exigem que apresentemos a existência de um “povo palestino” distinto em oposição ao sionismo.
 Por razões táticas, a Jordânia, que é um estado soberano com fronteiras definidas não pode fazer reivindicações sobre Haifa e Jaffa, enquanto eu, como um palestino, posso, sem dúvida nenhuma, exigir Haifa, Jaffa, Be'er-Sheva e Jerusalém. Contudo, no momento em que recuperarmos nosso direito sobre toda a Palestina, não esperaremos nem um minuto para unir a Palestina à Jordânia.
Quando a OLP  foi criada, em 1964, a Cisjordania (Judéia e Samaria) e Jerusalém oriental estavam sob controle jordaniano e a Faixa de Gaza estava sob controle egípcio. Na mesma época a organização emitiu uma carta com seus objetivos e crenças (Palestine National Charter of 1964). Todos os territórios que os árabes hoje chamam de "territórios palestinos ocupados" estavam sob controle da Jordânia e do Egito e, mesmo assim, nenhum país exigia a sua entrega. Nem mesmo a própria OLP:


 Esta organização não exerce qualquer soberania territorial sobre a Cisjordânia no Reino Hachemita da Jordânia, da Faixa de Gaza ou na Área de himmah. Suas atividades serão no nível popular nacional, nos campos organizacionais, políticos, financeiros e de libertação
-- Artigo 24 do Palestine National Charter


De acordo com as palavras da OLP, a organização não só não exercia "qualquer soberania" sobre os territórios que hoje exige de Israel, como também não fazia qualquer menção a um desejo de exercê-la. Ela simplesmente declara que a Cisjordânia é território jordaniano e que as "suas atividades serão no nível popular nacional, nos campos organizacionais, políticos, financeiros ede libertação." 

Se os árabes-palestinos não desejavam tomar o controle de Jerusalém oriental, Cisjordânia e Faixa de Gaza, o que queriam libertar então? O artigo 17 do mesmo documento responde esta questão:

 A partilha da Palestina, ocorrida em 1947, e o estabelecimento de Israel são ilegais, nulos e sem efeito
-- Artigo 17 do Palestine National Charter



Na mentalidade árabe a criação de um segundo estado árabe-palestino sempre foi apenas "um meio para continuar nossa luta contra o Estado de Israel". E desde 1964 até os dias de hoje nada mudou. 
Em julho de 2013 o "presidente" da Autoridade Nacional Palestina declarou a um jornal árabe que palestinos e jordanianos são a mesma coisa, mas afirmou que a Jordânia não será o estado "palestino":

عباس اكد ان الكونفدرالية او الفدرالية غير مطروحة مع الاردن فنحن شعب واحد في دولتين وقد تجاوزنا كل ما يتعلق بالوطن البديل الى غير رجعة ولا توجد هجرات فلسطينية للاردن مطلقاً، فصمود شعبنا ندعمه بكل الاشكال



Já este vídeo de Abbas Zaki, membro do comitê central do "moderado" Fatah de Mahmoud Abbas, em uma entrevista na al-Jazira em 2011 é ainda mais claro:



...Quando dizemos que a solução deve ser baseada nessas fronteiras [de 1967], o presidente [Abbas] entende, nós entendemos e todos sabem que o "objetivo maior" não pode ser alcançado de uma vez só. Se Israel se retirar de Jerusalém, retirar 650.000 colonos e desmantelar o muro... o que será de Israel? O país acabará.

Quem está nervoso e irritado agora? Netanyahu, Lieberman, Obama... todos esses vermes.
... Nós deveríamos nos alegrar em ver Israel perturbado.
Se alguém disser que quer "varrer" Israel... é muito difícil. Não é [uma política] aceitável dizer isso. Não diga essas coisas ao mundo, guarde consigo. 
Eu quero as resoluções que todos concordam. Eu digo para o mundo, para o quarteto e para os EUA: vocês prometeram e se transformaram em mentirosos.




Davi Bem Avraham.

EMBAIXDA DO HAMAS É INAUGURADA EM BRASÍLIA- ÚNICA NO OCIDENTE-


O Governo do PT em vanguarda inaugura a primeira embaixada da Palestina no Ocidente, lembrando que a Palestina não é um país, e segundo, quem lá governa é o Hamás, grupo considerado terrorista por todas as agencias de segurança e governos do mundo. Ou seja a audácia do comunopetismo, trará sérios problemas para o  Brasil, qua já sofre financeiramente, moralmente e socialmente, sem saúde, sem educação nem segurança. Esta atitude além de irresponsável é pior ainda é uma atitude ideológica, porque o Hamas e o islamismo é aliado do governo brasileiro. Enquanto o governo brasileiro petista rejeita embaixado indicado pelo governo de Israel.
A inauguração acontece justamente quando a presidente petista sofre processos de impeachment, cassação da chapa pelo TSE e índice de rejeição de 95% da população, ou seja, diante de todas as ameças já declaradas pela esquerda brasileira. O Hamás torna-se mais um braço armado petista, já que agora detém de imunidade diplomática, o que lhe dá o direito de trazer tudo o que convier sem passar por revistas, numa já conhecida: "tacada de foto no país" declarações feitas por líderes de esquerda em vários veículos de comunicação, este grupo terrorista engrossa o exército vermelho dentro do país.
É com muita apreensão que vemos este ato do governo brasileiro e coloca o Brasil definitivamente na  rota do terror.
Lembrando que o então Presidente Lula já havia doado dinheiro pra o hamas.:

segue cópia do documento presidencial:


O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o  Fica o Poder Executivo autorizado a doar recursos à Autoridade Nacional Palestina, em apoio à economia palestina para a reconstrução de Gaza, no valor de até R$ 25.000.000,00 (vinte e cinco milhões de reais).
Parágrafo único.  A doação será efetivada mediante termo firmado pelo Poder Executivo, por intermédio do Ministério das Relações Exteriores, e correrá à conta de dotações orçamentárias daquela Pasta.
Art. 2o  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília,  20  de  julho  de 2010; 189o da Independência e 122o da República.

links:

http://www.oantagonista.com/posts/ipsos-aprovacao-de-dilma-cai-a-5
terreno doado por Lula:
http://www.cpadnews.com.br/universo-cristao/30243/governo-lula-fez-doacao-de-terreno-para-a-palestina-e-base-e-construida-em-brasilia.html
jerusalém post
http://m.jpost.com/#article=6017N0U5MDY3NUYyM0EwQkZDQkZGNjU0MTcwNDVGOTE0QkU=

vídeo amador da "embaixada da palestina"
https://www.facebook.com/daviben.avraham/videos/10208617556500616/?pnref=story

Conversão ao judaísmo

A conversão ao judaísmo é um ato único e permanente, após a conversão a pessoa estará conectada ao povo judeu espiritualmente e poderá solicitar alyah a Israel.
Nossa congregação dispõe de suporte para ajudar voce que pretende fazer sua conversão ao judaísmo.
Entre em contato e fale do seu desejo e por qual motivo deseja fazer a conversão ao judaísmo.

DESCUBRA SUAS RAÍZES JUDAICAS.

Devido a grande procura a sinagoga amigos da torá dispõe de arquivos para pesquisar suas raízes judaicas entre em contato pelo email do blog.
Cobramos uma taxa de R$ 100,00 ( cem reais) que devem ser depositados antecipadamente. Informaremos dados bancários após recebimento do seu email.

Informaremos se seus sobrenomes de família são de origem judaicas, e todos as informações que possa ligar seus sobrenosmes ao povo judeu.

A VOZ DA TORÁ TRANSMITIDA PELA CAPITAL FM 777

Estaremos realizando uma série de 3 palestras abordando o problema do  islamismo no mundo, no Brasil e a Ideologia de Genero.
Assista durante o carnaval:
Domingo dia 07- Islamismo no mundo
Segunda dia 08 - Ideologia de Genero
Terça dia 09 - Islamismo no Brasil
Horário 20:30 hs às 21:30hs- horário de Brasília

Acesse o link e assista.
http://www.radios.com.br/aovivo/Capital-FM-777/29973

A VOZ DA TORÁ

                                               

ESTAREMOS TRANSMITINDO AO VIVO, PALESTRAS QUE DESAFIARÃO VOCE!!!
Estaremos promovendo palestras onlines sobre o momento atual a luz da torá.
de 06 a 09 de fevereiro de 2016 às 20:30hs.

JORNALISTA LUÍS MILMAN PROTOCOLA QUEIXA-CRIME CONTRA CRIME DE RACISMO POR PARTE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA.


Fonte: videVERSUS

O jornalista e filósofo Luis Milman (doutorado em Israel), está denunciando um fato inacreditável, o ressurgimento do nazismo explícito no Rio Grande do Sul, mais especificamente em Santa Maria, cidade que gerou a República de Santa Maria, agrupamento de degenerados que promoveu a desmoralização e o aviltamento da Universidade de Santa Maria. O fato de agora é extremamente grave, porque coloca a Universidade de Santa Maria revivendo o nazismo, colocando estrelas amarelas no peito de israelenses em contato com a instituição, em conluio com organizações terroristas islâmicas. 

A primeira reação à decisão da Universidade Federal de Santa Maria de listar alunos e professores de Israel com a finalidade de persegui-los no campus, aconteceu ontem mesmo em Porto Alegre, porque o professor da Ufrgs, também jornalista, Luís Milmann, protocolou uma notícia crime junto ao Ministério Público Federal do Rio Grande do Sul, à Polícia Federal de Santa Maria, ao Reitor da Universidade Federal de Santa Maria, ao ministro da Educação, ao ministro das Relações Exteriores, e à presidente da República, para providências, além de comunicado para a Embaixada de Israel no Brasil, presidente da Federação Israelita do Rio Grande do Sul e Movimento de Justiça e Direitos Humanos, para ciência, acompanhamento e manifestação sobre o caso, sem precedentes e gravíssimo.

Na nota a seguir, vão todas as informações sobre o caso, inclusive prova do ato nazistóide da Universidade Federal de Santa Maria, uma instituição degradada já desde a famigerada Operação Rodin, que mostrou o baixíssimo caráter de muitos de seus membros. Leia o texto da notícia-crime apresentada pelo jornalista e filósofo Luis Milman:
________________________________________________________________

Excelentíssima Procuradora-chefe da República no Rio Grande do Sul


Dra. Fabíola Dorr Caloy


URGENTE
NOTÍCIA DE CRIME



Crimes de preconceito, discriminação e racismo institucional são raríssimos, para não dizer inexistentes no Brasil. Isto pelo repúdio que provocam, suas implicações penais e consequências sociais nefastas. Pelo menos é o que se pensava até o último dia 15 de maio, quando o pró-reitor de Pós-graduação da Universidade Federal da Santa Maria (UFSM), professor doutor José Fernando Schlosser, aqui do nosso estado, decidiu fazer circular, pelos corredores da instituição, um memorando solicitando a todos os chefes de programas de pós-graduação, uma relação de alunos e professores israelenses que participam destes cursos, para finalidade de boicote. O memorando foi enviado, segundo o pró-reitor da UFSM, para atender solicitação do Diretório Central de Estudantes, da ASEDUFS, da ASSUFSM e de um tal de Comitê Santamariense de Solidariedade ao povo palestino. Para não deixar qualquer dúvida sobre sua natureza e intenção discriminatória, na parte inferior do documento, um selo com dizeres em inglês conclama, em letras garrafais: Liberdade para a Palestina. Boicote a Israel. Nem nos tempos do apartheid da África do Sul, essa prática seria concebível em solo nacional, contra pessoas originárias daquele país. Quanto mais agora, em flagrante e vergonhosa afronta à lei brasileira. O pró-reitor de pós-graduação da UFSM cometeu, juntamente com todos os responsáveis penais pelas organizações listadas no memorando, em nome de uma instituição federal de ensino, crime gravíssimo, imprescritível, inafiançável e insuscetível de graça, previsto na Constituição Federal e na Lei 7.716, de 1989, que, em seu artigo 20, dispõe: “Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. A lei prevê uma pena de dois a cinco anos, mais multa, para quem cometeu o crime por meios de comunicação social ou publicações de qualquer natureza. Este é o caso do pró-reitor, que se utilizou de um documento público federal para atiçar a comunidade acadêmica de Santa Maria contra estudantes e professores de origem israelense. O que agrava ainda mais a situação é que ele praticou o preconceito em nome de um ente público federal, diretamente ligado ao Ministério da Educação, cometendo o crime gravíssimo em nome do estado brasileiro. Como o caso não tem precedentes, o reitor da Universidade Federal de Santa Maria e o ministro da Educação devem manifestar-se imediatamente sobre o assunto. Não apenas para anunciar as providências administrativas inadiáveis que tomarão com respeito ao pró-reitor José Fernando Schlosser, que está promovendo, a céu aberto, uma caça às bruxas contra israelenses na UFSM, como ainda para explicar como uma entidade estranha à universidade - o tal Comitê Santamariense de apoio ao povo palestino- pode ser albergado oficialmente por uma universidade federal.


Em sendo assim, requeiro as providências previstas em lei.


Luis Milman
Porto Alegre
________________________________________________________________



OS PIORES MOMENTOS E MAIS DECEPCIONANTES COM A ENGENHARIA MONTADA NO MAIOR ENCONTRO RELIGIOSO JÁ REALIZADO NO MUNDO

Campina Grande por mais de vinte anos descobriu sua vocação religiosa no período carnavalesco. Religiões de todos os cantos do mundo já vieram aqui para apresentar suas crenças e costumes, desde monges do himalaia em voo charter, até bruxos escandinavos e satanistas.
O intuito original era criar um entendimento de tolerância amigável. Alguns mais idealistas imaginavam este Encontro como prova da chegada da era de aquarius da nova ordem mundial, onde as diferenças religiosas, através de ensinamentos de seus mestres, criaria uma consciência pluralista nos fieis de todas as religiões.


No entanto, depois de todos estes anos e do grande esforço empreendido pelo governo estadual e municipal, o que vemos é um fenômeno crescente de agressões, intolerância, perseguições, assédios morais e toda sorte de truculência religiosa, elevando como primeira ideia a categoria semelhante nas antigas arenas gregas, onde gladiadores se matavam, promovidas pelo império romano como festivais e acreditando que o povo queria/desejava a política do pão e circo. 

Este ano, segundo minha avaliação, os senhores e donos das religiões dominantes de minha cidade se tornaram profissionais especializados da religião, onde através dos milhões movimentados em megas estruturas desenvolveram, métodos cruéis e sofisticados, quase imperceptível dos melhores observadores.

Em dois episódios recentes, eu (particularmente) fui vitima de tramas antissemitas, montadas com a finalidade de colocar a opinião pública contra nosso importante, mas frágil, evento "Amigos da Torá" nas rádios Campina Grande FM e Correio FM. Este ponto nos leva a uma reflexão profunda e nos fazer desistir depois de nove anos de eventos, pois além da escalda islâmica em nosso país - que por si, já é um grande pesadelo e ignorado - e patrocinada pelos amigos inseparáveis dos terroristas, como aqueles que insistem em chamar de partidos políticos, por exemplo: o HAMAS.

Somos também vítimas de uma perseguição velada e sem tréguas desde o nosso primeiro evento, por parte de um grupo auto-denominado de: CONSCIÊNCIA CRISTÃ. Desde as invasões dos pastores que, aos berros, ficaram amaldiçoando nosso evento e judeus, pregando abertamente em rádios caracterizando os judeus como "assassinos". Passamos por ameaças de morte, agressões psicológicas e físicas, porém foram atentados frustados. Graças ao Eterno, nosso Senhor!

Este grupo, ainda fazem do Whatsapp - aplicativo social - um elaborador de pautas para entrevistas, onde utilizam repórteres (vendidos) com a finalidade de praticar a então chamada: IMPRENSA MARROM (sensacionalista) - ou conhecida no modelo americano como yellow journalism.

Neste artigo, denuncio o Pastor Joaquim de Andrade, Pastor Euder Faber e os jornalistas Arquimedes de Castro e Lenildo Ferreira. Tais comportamentos não podem ficar impune e peço para que a comunidade judaica compartilhe este comunicado, pois estes fatos já foram percebidos pelos profissionais éticos da boa imprensa e também discordam do comportamento da Imprensa Marrom.

Registro aqui o meu repúdio para os ditos evangélicos que só semeiam ódio e o antissemitismo, indo contra o fenômeno que está ocorrendo no país: cristãos cada vez mais tem demonstrado seu amor por Israel. Como líder do AMIGOS DA TORÁ, tornou-se impossível continuar com o encontro judaico com tamanho preconceito com a nossa religião, abusando do poderio financeiro para prejudicar nosso evento.

Repudio todo ato que se apresenta contra Israel e a proibição de pessoas que, ao tentarem demonstrar seu amor Israel, foram proibidas e ameaçadas - como me confidenciou o Cabo Farias do CPTRAN.

Repudio a manipulação do público que na sua maioria, trata-se de analfabetos, semi analfabetos e analfabetos funcionais, são utilizados como massa de manobra no perspectiva de manter números que impressionem a administração da Prefeitura da cidade, o que na verdade é uma falsa impressão, pois quase 80% das pessoas que comparecem ao evento são de outros municípios sob o aparato de transportes oferecidos pela organização do evento.

Repudio o baixo valor cultural e de importância das palestras que promovem assuntos que geram mais intolerância na cidade.

Repudio o projeto de poder, implementado pela liderança, que se utiliza deste evento como um meio de vida, sem se importar com a origem dos recursos públicos, onde fazem mal uso deste dinheiro.

Repudio o fato de que, depois de vinte anos de eventos, nossa cidade seja a não-capital mais violenta do Brasil e que ocupa a 9ª posição no ranking com 500 mil habitantes. 

Repudio o comportamento dos poderes públicos, pois as instituições possuem conhecimento sobre o assunto, mas são omissos para obter vantagens e financiar suas ambições pessoais, como acontece nas campanhas eleitorais dos candidatos para ocupar os cargos políticos no Estado e nos municípios. 

O Ministério Público deve se articular e tomar uma posição sobre esta situação que está se tornando um descalabro, de tanta verba pública utilizada para o enriquecimento ilícito e fortalecendo da propagação de religiões que não medem esforços para, em verdadeiras cruzadas, destruir outras religiões como a nossa Associação Judaica.

Até quando Campina Grande será refém desse quadro de intolerância?
Quem deseja fazer evento religiosos, faça com seus próprios recursos. Pois o Estado e Município tem muitas outras prioridades.

Peço para que todos os judeus do mundo nunca se esqueçam deste nome:O Evento da Consciência Cristã, pois trata-se do maior encontro antissemita evangélico do mundo. Me ajudem a divulgar este artigo! Desde já agradeço pela atenção de todos vocês. Muito obrigado!


Representante da Associação Judaica Amigos da Torah.

Transmissão Ao Vivo - IX Encontro Judaico Amigos da Torah

Acompanhe a transmissão Ao Vivo do 9º Encontro Amigos da Torah, através do nosso canal no Youtube: Chaverei ha Torah. Confira a programação do evento judaico:




PROGRAMAÇÃO


1) Encontro das Luzes: 14 de fevereiro - 20h

2) Abertura Oficial: 15 de fevereiro
                  - Exposição sobre as Festas Judaicas (19h)
                  - Cerimônia de abertura (20h)
                  - Apresentação coreográfica: "Revoltas" - Interpretação de Sayonara
                    Belarmino (20h20)
                  - Palestra: “Cristofobia” (O genocídio cristão no Oriente Médio) – Davi
                    Ben Avraham, representante da comunidade judaica de Campina
                   Grande. (20h30)


3) Continuação do evento: 16 de fevereiro
                  - Exposição sobre as Festas Judaicas (19h)
                  - Apresentação de músicas e danças judaicas (19h30)
                  - Palestra: As festas bíblicas e os seus significados proféticos –
                    Apresentação do Professor Flávio Pimentel. (20h) 


4)Encerramento: 17 de fevereiro
                   - Exposição sobre a Festas Judaicas (19h)
                   - Cerimônia de encerramento (19h30)
                   - Palestra: Defesa pessoal e segurança pública - Professor Edgar
                     Torres (Confederação Sul-americana de Krav Magá). (20h)
                   - Apresentação coreográfica: Clown – Interpretação por Cas Silva
                     (Ballet UEPB). (21h30)


5) Cine Kasher (filmes judaicos): 15 à 17 de fevereiro – 15h
                   - Domingo (15): Tolerância Zero
                   - Segunda (16): Estado Islâmico - Documentário Vice News
                   - Terça (17): ---  

AMIGOS DA TORAH FAZ SEU ÚLTIMO ENCONTRO PÚBLICO NO CALENDÁRIO RELIGIOSO EM CAMPINA GRANDE

Tudo que tem um começo e tem um fim, portanto, nós estaremos encerrando as atividades no calendário dos encontros religiosos da cidade de Campina Grande, durante o período carnavalesco, com o nosso 9º Encontro Judaico Amigos da Torah. O nosso evento sempre buscou contribuir com o conhecimento da história e da cultura judaísmo, religião dos nossos ancestrais, porém diante de tudo que passamos (calúnias, difamações, assédio moral, incompreensões, agressões físicas e até mesmo ameaças de morte), percebemos que a boa intensão de contribuir com o desenvolvimento cultural da cidade foi distorcida por muitas pessoas, seja por ignorância e/ou por dificuldade de entender uma religião que lhes foi apresentada a mais de 3000 mil anos. No entanto, ainda se surpreendem com o judaísmo e julgam essa cultura como desconhecida.

A crise cultural, da qual o povo brasileiro é vítima por vários motivos, sempre foi um grande impedimento para que a população adquirisse o conhecimento do que está em sua periferia, frutos de uma cultura bastante rudimentar e, porque não dizer, simplória. Por outro lado, os barões das religiões pré-existentes no caldeirão das entidades religiosas, estabelecidos durante o período carnavalesco, partiram com todas as armas disponíveis para neutralizar nossos esforços, onde trabalhamos com a finalidade de oferecer uma luz para a escuridão  do conhecimento popular e prejudicado por séculos com a alienação religiosa e cultural. Esse comportamento, dos seguidores e representantes das entidades religiosas de Campina Grande, deixou a nossa Associação em uma posição totalmente insuportável.

Apesar dessa perseguição, nós não curvaremos nossa cabeça e continuaremos com a nossa missão: o desejo de tornar esta cidade mais tolerante, de fato e não em tese, com as diferenças religiosas. Talvez possa ser uma pensamento ingênuo por causa da recente pesquisa sobre os índices de violência nas cidades do Brasil, onde Campina Grande é a única não capital mais violenta da país e ocupa a 9ª posição com 500 mil habitantes. Isto significa que os milhões gastos, durante todos os anos, não ajudaram no combate contra a intolerância e, muito menos, com a diminuição de violência. Já que foram noticiados assaltos, arrombamentos de carros e até homicídios durante os eventos.

Desde o início, o modelo do nosso Encontro Judaico foi "atropelado" pelos grandes eventos da cidade, que recebem apoios milionários, até chegar ao ponto de exercerem influências diretas ou indiretas e gerando indiferenças. Este comportamento é um ato de antissemitismo no público cativo aos dogmas sedimentados por séculos de catequização, resultando em tamanha alienação e prejudicando o senso crítico e pragmático das pessoas que, a cada ano, nos caracteriza como um obstáculo para ser removido das "cruzadas" regionais que tem como intuito a suplantação das demais religiões. Nós tentamos alertar, mas sem sucesso, sobre o radicalismo islâmico que está presente no nosso país e também, no Nordeste, onde daqui há alguns anos fará muitas vítimas.

Desta forma, ficou muito claro que nos tornamos uma espécie de "pavimentação" para as grandes instituições religiosas e acabaram se tornando os "donos da religião" nesta cidade. No entanto, continuaremos firmes no intuito de auxiliar na compreensão do mundo judaico que, outrora, foi o motor propulsor da formação do nosso Estado e capacitando todas aquelas pessoas que buscam o retorno para as raízes judaicas.

Diante dos últimos acontecimentos, nós refletimos e enxergamos novos horizontes. Continuaremos com as celebrações das festas bíblicas como, por exemplo, a festa dos tabernáculos que aproxima judeus e cristão que simpatizam com a nossa cultura e religião. Logo, criamos vínculos fortes para combater o víeis dos cruzados islâmicos que já se encontram em ação no Brasil.

Primeiramente nós agradecemos ao Eterno, pois sem Ele não teríamos conseguido suportar todos os obstáculos que nos marcaram durante esta jornada. Agradeço aos meus filhos pela dedicação em realizar e fazer parte de acontecimentos inesquecíveis.

À Associação Judaica Amigos da Torah, familiares e amigos, que sempre contribuíram nos aparatos técnicos e sociais no evento durante esses anos. Aos meus irmãos de fé que acreditaram em nosso projeto, contabilizando quase mil praticantes do judaísmo no estado da Paraíba, segundo o IBGE. Ficamos felizes por colaborar com este crescimento.

Nossos agradecimentos ao ex-prefeito Veneziano Vital do Rêgo que, em sua gestão, possibilitou o surgimento do nosso evento com o apoio de todos os setores da PMCG. Ao vereador Peron Japiassu, pelo seu apoio constante durante o seu mandato.

Agrademos à todas as pessoas que nos acompanharam, torceram, auxiliaram e participaram dos nossos eventos durante esses 9 anos. Obrigado aos conhecidos e anônimos, fiquem certos de que o Eterno recompensará todos vocês.

Nossa congregação continuará funcionando, em sede própria, na Rua Fernandes Vieira - 545 - Bairro José Pinheiro, Campina Grande/PB.

Certo pela compreensão de todos, concluo com a seguinte frase em hebraico:







AM ISRAEL CHAI! 
POVO DE ISRAEL VIVE!






Davi Ben Avraham
Presidente da Associação Judaica Amigos da Torah



 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Laundry Detergent Coupons