"Rebele-se, seja uma criatura original"

Hoje eu tive um sonho e vi que tudo pode ser diferente. Percebi que a cada dia que passa, somos instigados a trabalhar mais e sempre estar ultrapassando os nossos limites como pessoa. Por melhor que sejam os nossos resultados, eles dizem: "você pode mais", "se esforce mais", "faça mais" e logo, isto tem nos levado a exaustão, a alienação.

As pessoas já não possuem mais tempo de serem elas mesmas, já não tem mais tempo de serem felizes e boas umas com as outras. Eles nos regulamentaram em tudo e estamos sendo tratados como máquinas humanas. Não temos mais tempo para responder o nosso chamado Criacional, nossa vocação como pessoa. Já não conseguimos olhar os outros e enxergar nós mesmos. O segundo mandamento foi extinto em nome desta máquina poderosa que foi criada e denominada como: Modernidade. 

Rosh Hashanah é uma festa onde, nós judeus, comemoramos o nosso chamado Criacional: "Seja homem e tome o controle da sua vida, respeitando a ética e amando o teu semelhantes como a ti mesmo."

Proponho um revolução, mas não daquelas conhecidas pelo derramamento de sangue e sim, uma revolução que nos levará ao nosso chamado. O trabalho será a resposta ao seu sentido original, alimentar-se pelo suor do seu rosto e o tempo será sentido como no Éden, onde o homem aguardava o grande momento de conectar-se com o transcendental.

O "próximo" será o "próximo", não uma coisa em que apenas enxergamos e não os reconhecemos como iguais a nós. As liberdades individuais serão respeitadas e não impostas pelo sistema, pela mídia que deseja em todo momento nos ensinar como ser politicamente corretos. 

Devemos ser nós mesmos sem que, para isto, tenhamos que comprar determinada marca de roupa, carro, perfume, celular, entre tantas outras coisas. O "ter" nos foi imposto como algo tão importante, mas não devemos esquecer aquilo que constitui o nosso "ser". 

Comemoremos o Rosh Hashanah como uma revolução, um protesto. Diga: "Serei mais eu, do que terei mais."

Rebele-se, seja uma criatura original.

Escrito por Davi Ben Avraham
Representante da Associação Amigos da Torah
Campina Grande, PB
   

Dermer: Mais de 500 foguetes disparados contra Israel acabaram atingindo o território de Gaza

"Mais de 500 dos foguetes disparados de Gaza contra Israel, nas últimas três semanas, acabaram atingindo o território de Gaza" - disse o embaixador de Israel disse para EUA Judaica e líderes políticos.
Durante uma conferência na segunda-feira (28), na Assembleia Liderança Nacional de Israel em Washington D.C., o embaixador Ron Dermer afirmou que mais de um quinto dos 2.500 foguetes disparados por grupos palestinos como o Hamas e a Jihad Islâmica, em Gaza, desde o início da guerra no mesmo território no dia 8 de julho, 500 dos foguetes disparados de Gaza contra Israel caíram no território de Gaza, atingindo áreas civis. O que levou os judeus a observarem esses acontecimentos como um milagre e os terroristas do Hamas chegaram a comentar que o D'us judeu estava interferindo na direção dos mísseis. 

Ele se referiu especificamente a dois foguetes Islâmico-Jihad lançados e destinados para Israel, mas pousou no Hospital Shifa na Cidade de Gaza e no parque de um campo para refugiados. 

"Isso pode não ser o que eles relatam na mídia hoje, mas essa é a verdade", disse Dermer.

“O Deus deles altera a trajetória de nossos foguetes em pleno ar” - Jewish Telegraph

Circula nas redes sociais uma imagem do jornal Jewish Telegraph com uma entrevista surpreendente. A manchete diz “O Deus deles altera a trajetória de nossos foguetes em pleno ar”.

Entre as centenas de compartilhamentos, muitos comentários mostram que existe ceticismo, afirmando que se trata de uma montagem e que o jornal sequer existe.

Manchete do jornal - Jewish Telegraph (Reino Unido)

O Gospel Prime investigou e apresenta a tradução dessa matéria do jornal Jewish Telegraph, que embora de pequena circulação, existe sim. Trata-se de um periódico judeu produzido no Reino Unido. Alguns sites americanos e israelenses reproduziram a matéria, o que deu uma dimensão maior ao caso. A frase destacada na manchete teria vindo de um terrorista, mas ele não é identificado.

Com a manchete “O Deus deles altera a trajetória de nossos foguetes em pleno ar, lamenta o terrorista”, confira a primeira parte da matéria publicada pelo Jornal Jewish Telegraph:


Por Barbara Ordman 
(Nascida em Manchester, mas que vive em Ma’ale Adumim, na Cisjordânia) 

Em outubro de 1956, o primeiro-ministro David Ben Gurion foi entrevistado pela rede CBS. Ele declarou: “Em Israel, para ser realista, você precisa acreditar em milagres.” Mas o Talmud Yerushalmi diz que, de modo algum devemos depender de milagres. Ensina ainda que não devemos fugir de nossas responsabilidades e apenas esperar por intervenção milagrosa do Sobrenatural.

Um dos terroristas de Gaza foi questionado por que não conseguiam usar seus foguetes de forma mais eficaz. “Nós apontamos para os alvos, mas o Deus deles altera a trajetória de nossos foguetes em pleno ar” Amém! E quando o nosso Deus não está ocupado fazendo isso, nos deu o poder de criarmos alta tecnologia, para que nossa avançada tecnologicamente criasse o sistema de defesa Domo de Ferro, que ajuda a proteger nosso povo e nossas cidades.”


A jornalista que escreveu o artigo passa a narrar como ela escapou de um ataque de foguetes vindos de Gaza num abrigo construído no subsolo da casa onde ela mora com a família.

Chama a atenção o fato do site das forças armadas de Israel transmitir a afirmação que os ataques por terra do Hamas estão sendo impedidos através de uma “sucessão de milagres” e que “graças aos céus” um grande atentado terrorista perto do Kibbutz Sufa não pode acontecer por causa da “graça dos céus”.


Escrito por Davi Ben Avraham
Representante da Associação Amigos da Torah
Campina Grande, PB

A vergonhosa e lastimável nota emitida pelo Itamaraty, em nome do país, viola a Constituição

William Douglas¹

Entendo que Israel e os palestinos têm muito a caminhar para que possa haver paz, e que guerras são ruins para todos. Contudo, a forma como nosso governo se posiciona é totalmente infeliz e, pior, contra o que diz nossa Constituição. 



Como cidadão e professor de Direito Constitucional, registro que todos devem respeitar o que está na Constituição Federal. Nenhum governo, mesmo que eleito democraticamente, tem autonomia para agir contra aquilo que determina nossa Carta Magna. Nesse sentido, vejamos: “Art. 4º A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios: 

I - independência nacional; 
II - prevalência dos direitos humanos; 
III - autodeterminação dos povos; 
IV - não-intervenção; 
V - igualdade entre os Estados; 
VI - defesa da paz; 
VII - solução pacífica dos conflitos; 
VIII - repúdio ao terrorismo e ao racismo; 
IX - cooperação entre os povos para o progresso da humanidade; 
X - concessão de asilo político.” 

A vergonhosa e lastimável nota emitida pelo Itamaraty, em nome do país, viola a Constituição, como podemos demonstrar: 

I - independência nacional; - A nota quer que Israel abra mão do direito de se defender e de evitar mísseis (+ de 2.000) e túneis utilizados contra sua população civil. 
II - prevalência dos direitos humanos; - A nota “esqueceu” que o Hamas obriga civis, mulheres e crianças, a servirem de escudo humano e combustível para propaganda contra Israel. Isso para não falar de esconder mísseis em escolas, mesquitas e hospitais, inclusive da ONU. 
III - autodeterminação dos povos; - Ao emitir nota em formato tão infeliz, o Itamaraty reduz sua capacidade de ajudar a criar um Estado Palestino e também desrespeita o direito de defesa de um país que está sendo constantemente atacado por mísseis lançados contra alvos civis. 
IV - não-intervenção; O governo brasileiro está intervindo de modo parcial, injusto, panfletário, contrário à CF e, pior, contra o item VIII, abaixo. 
V - igualdade entre os Estados; A Nota indica que nosso governo não vê problema em terrorismo contra Israel, mas não aceita que Israel se defenda. Repito: as vítimas civis são muitas por culpa do próprio Hamas, a quem a Nota quer defender. Nesse passo, mísseis contra civis, mulheres e crianças em Israel não foram objeto de crítica. Que igualdade entre Estados é essa? 
VI - defesa da paz; Chamar o Embaixador Brasileiro é ato de hostilidade, em especial por falta de base razoável para gesto dessa magnitude. 
VII - solução pacífica dos conflitos; Israel fez várias ofertas de cessar-fogo antes e depois de iniciado o conflito, todas recusadas pelo Hamas que, por querer a extinção de todos os judeus, não quer solução pacífica. O governo brasileiro está defendendo quem vai de encontro aos princípios escolhidos pelo povo brasileiro, os quais podem ser lidos na nossa Constituição. 
VIII - repúdio ao terrorismo e ao racismo; O Itamaraty ficou do lado dos terroristas. A forma como trata Israel, notoriamente um Estado judeu, não está muito longe da prática de racismo e preconceito, comportamentos que são contrários às normas legais brasileiras. Antissemitismo também é inaceitável. 
IX - cooperação entre os povos para o progresso da humanidade; O Itamaraty, ao invés de ajudar a cooperação, a desestimula e prejudica. E se isso já não bastasse, ainda reduz a credibilidade do nosso país na comunidade internacional. 

A alegada “desproporcionalidade” só demonstra falta de conhecimento histórico, militar e da própria situação em tela. Como disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmor, “não é assim na vida real” e "a única razão para não termos centenas de mortos nas ruas de Israel é termos desenvolvido um sistema antimíssil e não vamos nos desculpar por isso. Se não tivéssemos esse sistema haveria centenas de pessoas mortas nas ruas de Israel. Isso seria considerado proporcional?". 

Por fim, vale lembrar que o mesmo Itamaraty faz “vista grossa” para a agressividade desproporcional contra os oposicionistas do governo chavista da Venezuela. Antes disso, como citado por Reinaldo Azevedo, “em 2006, na gestão Lula, com Celso Amorim à frente do Itamaraty, o Brasil se absteve de uma resolução condenando o governo do ditador Omar al-Bashir, do Sudão, pelo massacre de pelos menos 500 mil cristãos em Darfur.” Ao apoiar incondicionalmente o Hamas, o Itamaraty tem responsabilidade sobre a morte de cada civil, cada ferido, cada criança e cada mulher usados como escudos humanos. Ir contra isso protegeria estes palestinos. Algum governante de Gaza, onde há muito não se realizam eleições, pode simplesmente pensar: “- Para que parar de usar essa estratégia se o Brasil, nosso aliado, não a critica?” 

Matar cristãos, pode; matar oposicionistas na Venezuela, pode; apoiar o terrorismo iraniano, pode; desrespeitar a Petrobras na Bolívia, pode; usar palestinos como escudo humano, pode; usar hospitais e mesquitas como depósito de armas, pode. Porém, Israel se defender, não pode. Definitivamente, a postura do Itamaraty está indo contra o que determina nossa Constituição. 

O Itamaraty não pode apoiar terroristas. Simples assim. Se alguém quer fazer isso, não pode fazê-lo em nome do país. Fale como pessoa física, nunca em meu nome. Não em meu nome. 

Publicado na Rua Judaica


Escrito por William Douglas¹
Professor de Direito Constitucional
Mestre em Estado e Cidadania (UGF), 
Pós-graduado em Políticas Públicas e Governo (EPPG/UFRJ)

"O QUE IMPORTA É A ESTÓRIA E NÃO OS FATOS.."

O governo brasileiro, que está sendo administrado pelo Partido dos Trabalhadores (PT), censurou Israel por desproporcionalidade no conflito contra o Hamas, ou seja, morrem mais palestinos do que judeus, uma média de 800 pra 30 judeus. Na realidade, Israel investiu rigorosamente em bunkers e no chamado Iron Dome (Domo de Ferro), que consiste em um avançado sistema de defesa antimísseis. Contudo, Israel consegue interceptar a maioria dos mísseis lançados pelo Hamas que já passam de 2.000 direcionados contra Israel. Alguns desses mísseis são lançados de uma carreta, ou seja, algo em torno de 10 metros. O senhor da guerra, Irã, tem financiado as armas, que chegam via porto, para abastecer o grupo terrorista Hamas que domina Gaza e que tem como finalidade única destruir Israel, lançá-lo ao mar como já foi declarado.



Yigal Palmor: Relações Exteriores 
de Israel
"A única razão para não termos centenas de mortos nas ruas de Israel é termos desenvolvido um sistema antimíssil e não vamos nos desculpar por isso. Se não tivéssemos esse sistema haveria centenas de pessoas mortas nas ruas de Israel. Isso seria considerado proporcional?"




Israel se defende como pode para proteger os seus civis e ataca as bases do Hamas, onde (estrategicamente) possui túneis de ligações por baixo das escolas, igrejas cristãs e hospitais. Então, Israel precisa pedir perdão porque morrem menos civis judeus? Essa é a tática dos terroristas, o uso de humanos como "escudos", plano já apresentado pelos líderes desse grupo terrorista. Com isso, eles conseguem a opinião mundial a favor de quem morre mais, como disse o saudoso Antônio Ubaldo "ao que importa é a história(estória) e não os fatos."

Dessa forma, Israel caminha ganhando a batalha e perdendo a guerra, quando crianças e mulheres morrem são por bombas lançadas pelo seu sistema militar, mesmo que eles tenham arquitetado um serviço de informação com panfletos (linguagem árabe) lançados pelo céu e alcançar os milhares de civis para que se afastem das baterias e dos grupos armados do Hamas. 

O Hamas também possui grupos armados que trabalham espancando, ameaçando e matando quem se rebela com a ordem de não abandonar suas casas. E assim, esse grupo de terroristas caminha ganhando a guerra com o histórico das mortes de crianças e mulheres, destroçadas por bombas de Israel. O apelo midiático é muito forte sobre as mortes de crianças no conflito.

Os milhares de dólares que Gaza recebe como ajuda humanitária são desviados para compra de armamentos e logística dos grupos terroristas ligados ao Hamas, as escolas que existem na Faixa de Gaza são financiadas pela ONU e, ainda, são utilizadas como bases de lançamentos de mísseis.

A ideologia insana do Jihad contra Israel, se sobrepõe sobre o amor ao próprio povo, que é sacrificado em nome de Alá.

Escrito por: DAVID BEN AVRAHAM

NÃO PERCA HOJE: O Efeito Venezuela e a Invasão Comunista na América Latina

Hoje (04/03), a partir das 19:30 h, estaremos transmitindo a palestra mais esperada do evento, que irá tratar a respeito da comunização do Brasil, e da América Latina como assunto principal.
A palestra será ministrada pelo Prof. José Cavalcanti e terá como titulo: Efeito Venezuela




Não deixe de conferir a partir das 19:30h CLICANDO AQUI

Atenciosamente.
Equipe Técnica
Associação Amigos da Torah.

Gravações VIII Amigos da Torah

A partir de hoje, dia 03/03, estaremos disponibilizando os endereços de fácil acesso para que nossos espectadores consigam assistir as gravações de nosso VIII Encontro Amigos da Torah, apenas seguindo os passos disponibilizados.

Através do menu principal será possível acessar o nosso canal de transmissão e escolher um vídeo de sua preferencia.




Verificar a postagem de videos em nosso blog diretamente.



Estamos trabalhando para o melhor conforto e interatividade de nossos espectadores ao assistirem nossas transmissões, e vídeos.

Atenciosamente

Equipe Técnica
Associação Amigos da Torah.

NOTA

A Associação Judaica Amigos da Torah pede desculpa pelos transtornos da transmissão do evento, porém comunicamos que a situação foi normalizada.

Registramos, também, que a Associação irá disponibilizar os slides da palestra do Senhor Flávio Pimentel no blog após a apresentação.

02 de Fevereiro de 2014
Assessoria Amigos da Torah

Sobre o 8º Encontro Judaico: Amigos da Torah


A identidade é algo primordial para o ser humano, é nossa referência, nosso chão, nossa base. Não podemos ignorá-la com o risco de nos perdermos e nos afastarmos da própria realidade. O povo judeu por séculos viveu disperso, em várias nações do mundo, mas sempre preservou sua identidade, tendo como referências o seu livro, a Bíblia e seus costumes. Desta forma se perpetuaram e é o povo mais antigo da terra.

Portugal recentemente aprovou o projeto que oferece cidadania aos descendentes dos judeus que foram expulsos de Portugal em 1497 no período inquisitorial. A Espanha segue o mesmo exemplo e já tem projeto semelhante tramitando na principal corte do país.

Nós brasileiros, principalmente nordestinos, temos herança Ibero Hispânica, consequentemente judaica, já que no passado a Península Ibérica tinha a segunda maior população de judeus do mundo. E também herdamos os costumes que nos ligam a nossa primeira identidade que é judaica. Fatos estes, já comprovados por centenas de estudos e documentos comprobatórios, mas ainda não é de conhecimento público esta nossa herança. O Brasil que teve como sua primeira religião oficial o catolicismo, a qual trabalhou para afastar os judeus de suas raízes e fé, utilizando de todos os métodos possíveis, incluindo os mais sórdidos como: torturas e mortes em fogueiras.

No entanto, com o volume de informações muitos tem se esforçado para voltarem à sua antiga fé, a fé de nossos antepassados. Já existem mobilizações em vários locais do mundo, assim como documentários, reportagens nos principais periódicos relacionados, além de simpósios internacionais que abordam o tema.

Nosso evento tem como objetivo divulgar a cultura e religião de nossos antepassados, o judaísmo, e sempre nos esforçando para trazermos o maior número de informações possíveis, mas sem esquecer o presente e o que acontece em nosso entorno.

Abordaremos várias questões, incluindo uma releitura da vida de Jesus na ótica judaica, contaremos com diversos palestrantes locais e de outros estados, como também um grupo já formado em nosso meio que se encarregara por danças e musicas típicas do povo judeu. Não esqueceremos nosso momento e mudanças em nossa sociedade. O festival Kasher (filmes judaicos) acontecerá com a exibição nas tardes de diversos filmes, sempre abordando questões ligadas ao povo judeu.

Transmitiremos pela internet, a exemplo de todos os eventos que já realizamos, e já contamos com uma audiência em 27 países do mundo. O que já nos rendeu entrevistas para antropólogos da Universidade da França, entrevista com a cineasta Iorit de Israel que exibira um documentário em Israel e no Brasil, sobre este movimento que acontece em Campina Grande.

Portanto nosso evento transcendeu o Brasil, hoje é conhecido mundialmente, como um evento que trata das questões particulares que envolvem a vida, o cotidiano e historia de nossos ancestrais, e já contribuímos para que muitos brasileiros descendentes deste povo tenham uma reconexão com a cultura e religião judaica.

Horários



Sábado (01/03) - Laços de famílias e a herança da cultura - Silvana Santos (PHD em genética - Cambridge-Inglaterra)

Domingo (02/03) - De volta para casa (A história dos marranos no Brasil) - Morê Flávio Pimentel

Segunda (03/03) - A história secreta de Jesus - Rosh David Ben Avraham

Terça (04/03) -  Efeito Venezuela (Democracia Populista) - Prof. José Cavalcanti - UEPB

VIII Encontro Amigos da Torah

“De volta para casa” é o tema do 8º Encontro da Comunidade Judaica, que acontecerá de 01 a 04 de março de 2014, no Antigo Museu de Arte Assis Chateaubriand, localizado no Lago do Açude Novo, s/n – Centro – Campina Grande/PB (ao lado do Terminal de Integração). No evento, estarão presentes pesquisadores do âmbito religioso que apresentarão palestras dentro da perspectiva do tema escolhido; além de músicas, cinema e danças judaicas.



 

 
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